Como funciona a Bolsa de Valores e as Ações?

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O mundo da renda variável é fascinante. Ouvimos muitas histórias de gente que ficou milionária especulando e investindo em ações. Por outro lado, também ouvimos muita gente dizer que conhece alguém que quebrou operando esse mesmo mercado que enriqueceu a outros.

Há uma fundamental diferença entre quem ganha e quem perde dinheiro no mercado de renda variável, e essa diferença está ligada ao conhecimento.

Aqueles que quebram, invariavelmente, entram na bolsa de valores sem ter ideia do que estão fazendo ali, de como tudo funciona, das técnicas e das estratégias que possibilitam se ganhar dinheiro com ações.

Investir em renda variável exige preparo, conhecimento e dedicação. Não se pode partir para o mercado de ações, por exemplo, sem conhecer a dinâmica desse mercado ou sem saber como é que se investe ali.

Por outro lado, as pessoas desejam ganhar mais dinheiro, querem que o capital poupado a partir de seus salários seja adequadamente rentabilizado. Em países como os Estados Unidos e em muitos países da Europa, em que os juros pagos pela renda fixa são irrisórios, há uma cultura de investimento em renda variável que começa já na infância. Pessoas desses países não conseguem conceber alguém que não invista em ações.

O Portal do Investimento nasceu exatamente para ajudar a fomentar essa cultura de poupança e investimento.

Embora nosso país ainda remunere a renda fixa com altas taxas, esse é um quadro que tende a mudar à medida que o país cresce. A ideia é que as pessoas, ao invés de investir em dívida, invistam em atividades produtivas.

Dívidas, como todo mundo sabe, são limitadas – ninguém pode se endividar para sempre. Mas o investimento produtivo, ou seja, em fábricas, fazendas e prestadores de serviço, este pode crescer além do que podemos imaginar.

As empresas existem para crescer – ninguém abre uma empresa para falir. E, ao crescer, geram lucros. Esses lucros, reinvestidos no próprio negócio, fazem-na crescer ainda mais. E os investidores, sócios daquelas empresas, recebem sua parcela de lucros que podem ser reinvestidos nas próprias ou em outras empresas, ou podem ser utilizados como fonte de renda.

Enquanto aquelas empresas estiverem crescendo e gerando lucro, o investidor estará sendo beneficiado tanto do crescimento quanto do aumento contínuo do lucro.

De um modo geral, as empresas começam pequenas, com recursos limitados. À medida que crescem, precisam de mais recursos para investir em seu próprio desenvolvimento.

Enquanto são pequenas, buscam recursos dos próprios fundadores. Depois, maiores, começam a se utilizar de crédito bancário e do próprio lucro reinvestido.

No entanto, chega um ponto em que elas precisam dar o grande passo e, para isso, precisarão de um grande capital. É quando decidem partir para a bolsa de valores, lançando suas ações no mercado em um processo chamado IPO – Initial Public Offering, que abordaremos na próxima aula.

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