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Conhecendo os títulos privados

por Maria Luiza Esch

A maioria das pessoas já ouviu falar dos títulos públicos, também conhecidos como títulos do tesouro brasileiro (já que são emitidos pelo governo), como o investimento mais seguro da economia. Apesar de ser verdade, os títulos públicos acabam não sendo as melhores opções em termos de rentabilidade, ganhando somente da poupança. 

Muitos títulos privados tendem a representar ótimas oportunidades de rentabilidade, normalmente acima da renda fixa mais tradicional. Além disso, alguns títulos de crédito privado possuem como vantagem a isenção de Imposto de Renda.

Mas, afinal, o que é o crédito privado?

O crédito privado nada mais é do que um título de dívida emitido por instituições privadas, em que qualquer pessoa pode se tornar credora dos títulos e assim receber uma taxa de juros como prêmio, de forma direta ou indireta. 

Uma das formas de uma empresa obter recursos para desenvolvimento ou para realizar algum projeto é emitindo crédito privado. Dessa forma, o investidor empresta dinheiro para essa instituição emissora e, em troca, recebe o capital acrescido de juros no final do período pré-determinado. 

Os juros pagos podem ser pós-fixados, acompanhando um indexador como o IPCA e o CDI, ou pré-fixados pelo emissor, sabendo-se exatamente o que se irá receber antes de investir. Além disso, cada título tem um prazo, liquidez, tributação e risco.

Por que apresenta taxas melhores comparadas ao Tesouro na maioria dos casos?

Isso acontece porque a rentabilidade está diretamente ligada ao risco; portanto, os títulos públicos, por exemplo, são garantidos pelo governo federal e, por isso, são considerados títulos de menor risco.

Já os títulos de emissão privada são garantidos pelas próprias instituições financeiras e empresas que os emitem. Assim, caso um emissor privado tenha dificuldades financeiras, há o risco de inadimplência. O risco, portanto, acaba sendo maior.

Apesar disso, não é preciso se preocupar! Existem algumas garantias que podem deixá-los mais seguros para o investidor. Um exemplo disso são os títulos garantidos pelo Fundo Garantidor de Crédito (FGC), que protege a quantia total de R$ 1 milhão em investimentos em um prazo de quatro anos em caso de falência da instituição financeira, e garante aportes feitos em produtos como CDBs, RDBs, LCAs, LCIs, LCs, entre outros.

Quais os tipos de crédito privado? 

  • CDB – Certificado de Depósito Bancário; 
  • LCI e LCA – Letra de Crédito Agrícola e Letra de Crédito Imobiliário; 
  • LC – Letra de Câmbio; 
  • Debêntures;  
  • Debêntures incentivadas; 
  • CRI e CRACertificado de Recebíveis Imobiliário e Agrícola.

Vantagens:

  • São mais rentáveis do que os Títulos Públicos quando as taxas de juros estão em baixa;
  • Possibilidade de isenção para pessoa física (LCI, LCA e Debêntures Incentivadas);
  • Existência de ratings das empresas;
  • Risco reduzido;
  • Existência da proteção do Fundo Garantidor de Crédito (FGC).

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Maria Luiza Esch

Maria Luiza Esch

Maria Luiza é sócia do Portal do Investimento e atua no núcleo de alocação de carteiras.