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A importância de diversificar os investimentos

por Maria Luiza Esch

Todo investidor possui um perfil, seja ele conservador, moderado ou agressivo. Em qualquer uma das três opções, é fundamental diversificar os investimentos, de acordo com seus prazos e objetivos. A principal vantagem é mitigar riscos e garantir uma boa rentabilidade no médio e longo prazo. 

Em 2020, vivemos grandes mudanças na economia e na política brasileira e mundial, mas, em todos os momentos, e, principalmente, os de crise, a diversificação dos investimentos é a melhor estratégia para proteger e fazer o seu dinheiro render mais. 

O conceito de uma carteira diversificada se baseia em evitar se expor ao mesmo tipo de risco de um segmento, mercado, tipo de ativo e indexador.  Assim, o desempenho negativo de um investimento não pode significar perdas drásticas ao investidor.

Principais vantagens:

  • Redução de Riscos
  • Potencialização de ganhos
  • Equilíbrio
  • Comodidade

Entendendo o mercado:

O mercado dos investimentos é muito volátil e pode oscilar diariamente. Dessa forma, os investimentos são afetados pelas mudanças de acordo com a sua classe e segmento. Por isso, é necessário diversificar os produtos para que reajam de formas diferentes às circunstâncias e às variáveis que afetam a rentabilidade. 

Se você investir em apenas um produto ou produtos semelhantes, eles serão afetados da mesma forma e toda sua carteira ficará comprometida, já que, mesmo fazendo a melhor escolha possível de um ativo, fatores externos podem provocar mudanças em pouco tempo, tornando o ótimo investimento de hoje uma opção pouco atrativa no futuro.

A diversificação é, particularmente, muito importante para o brasileiro, que vive em um clima de insegurança política e econômica devido às várias circunstâncias que podem afetar a economia, como taxas de juros, inflação ou medidas governamentais.

Como saber em que diversificar?

O ponto principal é entender o seu perfil de investidor, o prazo para os investimentos e os objetivos para a sua carteira. A capacidade de se sentir confortável ao tomar riscos depende de diversas variáveis e essas informações são essenciais na formação de uma carteira. Assim, é possível distribuir da melhor forma os produtos em diferentes classes de ativos, que podem ser renda fixarenda variávelmultimercado, previdência, fundo imobiliário e cambial.

Se eu reduzir os riscos, não reduzirei também meu potencial de ganho?

Talvez, mas pense sempre nos cenários otimistas e pessimistas. Se sua carteira for composta 100% de ações, terá um ganho fantástico nas altas da bolsa, porém uma perda drástica durante as crises. Esse tipo de exposição ao risco só faz sentido se o seu perfil for ultra agressivo.

Sabemos que a rentabilidade está diretamente ligada ao tempo, assim, aplicações de longo prazo são aquelas com maior rentabilidade. Por outro lado, podem ter carência, ou seja, não permitir que você resgate o dinheiro até o fim da aplicação. Como imprevistos podem acontecer, o investidor que não diversifica fica sem liquidez e pode acabar prejudicando seus investimentos. Portanto, a necessidade de diversificação não vem somente da redução do risco, mas também dos prazos dos recursos. Sua carteira precisa contemplar essa necessidade de liquidez imediata.

Conclusão:

Diversificar não é comprar uma grande quantidade de produtos financeiros de forma aleatória. Isso, em vez de minimizar os riscos, pode acabar eliminando as chances de ganhos.

Portanto, o ideal é reunir investimentos que rendam de acordo com cenários diferentes. Essa estratégia é usada há décadas pelos grandes investidores para reduzir riscos e aumentar os ganhos. Então, nunca se esqueça dessa regra na hora de escolher os seus investimentos!

Encontre as melhores maneiras de conquistar seus objetivos de investimentos.

Maria Luiza Esch

Maria Luiza Esch

Maria Luiza é sócia do Portal do Investimento e atua no núcleo de alocação de carteiras.