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Os Fundos Vacinados Contra o COVID-19

por Victor Veloso

Você sabia que alguns fundos de investimentos geraram rendimentos em torno de 10% com baixa volatilidade mesmo durante a pandemia? Enquanto todo o mercado financeiro entrava em colapso e muitas pessoas estavam perdendo grande parte do patrimônio acumulado, esses fundos estavam performando muito acima do seu benchmark. Parece bom demais para ser verdade, mas eles existem e provaram que, durante uma crise, é necessária uma gestão fora da curva para manter a performance.

Existem dois tipos de estratégias que alguns fundos multimercados adotam na qual é possível obter resultados fantásticos independentemente da direção da bolsa e da economia mundial: Long & Short e análise quantitativa. Foi graças a essas estratégias que esses fundos conseguiram se sobressair na crise e se tornaram os campeões no primeiro semestre. A seguir, estão os resultados acumulados de três fundos multimercados com estratégias quantitativas e Long & Short em 2020.

Analisando os resultados e comparando com o benchmark (CDI), é possível perceber que esses fundos trouxeram tranquilidade para o investidor durante todo o Corona crash. Mesmo com a bolsa caindo mais de 40% e a renda fixa sendo afetada, os três fundos seguem positivos no ano com uma volatilidade relativamente baixa.

Como esses resultados foram possíveis?

O objetivo do fundo 1 é superar o CDI por meio de uma carteira de ações no Brasil e no exterior, com exposição neutra. Nesse sentido, ele busca distorções nos preços entre ações para gerar alfa para seus cotistas, sem incorrer em grandes exposições direcionais em qualquer mercado.

Já o fundo 2 busca rentabilizar os cotistas investindo em ativos de bolsa, juros, câmbio e commodities no mundo inteiro. O fundo 3 também opera ativos das classes de juros, ações, moedas e commodities, no mercado doméstico e internacional, mas as metodologias aplicadas são Trend-Following, Machine Learning, Reversão à Média, entre outros.

Mesmo tendo o CDI como benchmark, é interessante olharmos a performance desses fundos em relação ao Ibov, uma vez que parte da carteira deles está alocada em ações no Brasil. Dessa forma, seguem os resultados comparando esses fundos com o Ibovespa.

A diferença na curva de performance é gigantesca e nos alerta sobre a importância de investirmos em bons fundos, que sejam diversificados também no exterior, com estratégias neutras e métodos quantitativos. O Ibovespa teve um prejuízo acumulado de 16,56% nesse período e chegou a ter um drawdown de mais de 40%. Além disso, o risco do Ibovespa no período foi de 59,64%, enquanto, nos fundos, os riscos foram consideravelmente menores e com retornos positivos. Lembrando que o risco de um ativo é igual à sua volatilidade. Dessa forma, a volatilidade do Ibov estava muito elevada.

Ficou interessado em investir nesses fundos e, até mesmo, em outros com essas características? Então, abra sua conta na XP com a assessoria do Portal do Investimento e entre em contato conosco para ter mais informações e começar a investir agora mesmo. Corra, pois um desses fundos está para fechar para novas captações, e não se sabe quando será possível investir nele novamente.

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Victor Veloso

Victor Veloso

Victor Veloso é sócio do Portal do Investimento e atua no núcleo de renda variável e mesa de operações.