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Por que devo sair dos bancos tradicionais?

por João Menezes

O modo como o brasileiro investe mudou. Cada vez mais gente busca atendimento personalizado e especializado, produtos com taxas mais baixas ou mesmo isentos de taxas. Os bancos lucram alto distribuindo seus próprios produtos cobrando taxas altas e entregando retornos baixos. 

Entre os muitos exemplos, estão os CDBs, que normalmente nos bancos pagam entre 80% e 90% do CDI a seus clientes, e nas instituições especializadas em investimentos, como a XP, é possível encontrar CDBs com taxas que se aproximam dos 120%, 140% do CDI. Neste fim de 2020, temos na prateleira da XP um CDB pagando 170% do CDI. No longo prazo, trocar um investimento que paga 80% por outro de 120% ou 140% do CDI representa dezenas ou até centenas de milhares de reais a mais no seu bolso.

Os bancos pequenos e médios têm mais dificuldade de captar recursos do que os grandes e, por isso, costumam oferecer as melhores taxas aos investidores. E o mais importante: todos os bancos – sejam pequenos, médios ou grandes – contam com a garantia do FGC (Fundo Garantidor de Crédito). Então, se você investir em um CDB de um banco e ele quebrar, o que é algo bastante improvável, o FGC devolve todo seu dinheiro corrigido pelo CDI desde o momento em que ele quebrou até o limite de R$ 250 mil. 

Além disso, Letras de Crédito Imobiliário (LCI), Letras de Crédito do Agronegócio (LCA), letras de câmbio, letra financeiras, Tesouro Direto e debêntures podem ser comprados com taxas menores e/ou rendimentos maiores que os oferecidos nos grandes bancos. Isso vale para os Fundos de Investimentos também. Os bancos costumam cobrar altas taxas de administração, inclusive em Fundos de Renda Fixa, que já não são tão atraentes por causa da queda na taxa de juros brasileira, a Selic. Hoje a taxa Selic está em 2% ao ano; portanto, um fundo de renda fixa cobrar mais que 1% ao ano de taxa é um absurdo, visto que os retornos na renda fixa seriam próximos de 2% ao ano.

Além de todas essas questões, ainda existe o fato de o assessor de investimentos ser um profissional muito mais alinhado com os interesses do cliente do que o gerente de banco, que possui uma meta de venda de produtos. Isso significa que, se a meta do mês for caderneta de poupança ou título de capitalização, é o que ele oferecerá aos clientes, mesmo que sejam investimentos ruins ou nem mesmo investimentos, como capitalização. Um assessor não tem meta de venda de produtos, seu objetivo é proporcionar mais retorno e melhor experiência aos seus clientes.

Como a instituição trabalha com o modelo de plataforma aberta – ou seja, distribui os melhores produtos de todo o mercado, e não apenas os próprios produtos –, o cliente percebe que está à sua disposição o que há de melhor para investir. São centenas de alternativas para todos os perfis de investidores, transitando nas mais variadas classes de ativos, como destacado anteriormente. 

O fato de a taxa de juros estar no menor patamar da história fez com que os investimentos em renda fixa ficassem ainda menos atraentes como alternativas a longo prazo. Em 2020, os brasileiros, para aumentar a rentabilidade de suas carteiras, precisaram buscar melhores investimentos. O mesmo deve acontecer em 2021; por isso, pare de deixar dinheiro na mesa por estar investindo pelo seu banco e comece a pensar em algo muito melhor para o seu bolso. Converse já com um assessor de investimentos e perceba como ele poderá ajudá-lo.

Descubra os melhores objetivos para seu perfil.

João Menezes

João Menezes

João Victor Menezes é sócio do Portal do Investimento, cursa Administração de Empresas na PUC-Rio e atua na mesa de Renda Variável.